Nome:Camila Menezes Baranda
Nova missão
"Sou talvez a visão que Alguém sonhou,
Alguém que veio ao mundo pra me ver
E que nunca na vida me encontrou! "
Florbela Espanca
O bom brasileiro
Aquele que acorda cedo e vai à luta
Aquele que não mede esforços para ser honesto
Aquele que não se deixa abalar pelas dificuldades
Aquele que, apesar dos pesares, pensa de forma positivamente sempre
Aquele que consegue a vitória sem tirar vantagem do próximo
Aquele que sorri...
O bom brasileiro é, acima de tudo, aquele que sorri.
Ah a opiniããão...
Já pensou se não existisse a opinião!? Se cada pessoa pintasse e bordasse enquanto outra, apática, simplesmente não desse a mínima?
Nada teria existido!
Jornal, revolução e conversa.
Letras comentadas por Ronalda, a caminhoneira.
"O maior ícone do rock-pop-metido-a-revoltado-mas-que-todo-mundo-sabe-que-é-plastificado-e-pau-mandando : Avril Lavigne!"
Avril Lavigne - Girlfriend
Avril Lavigne / Deryck Whibley
Hey hey You you (Opa, eu?)
I don't like your girlfriend ( Minha filha, é o seguinte, eu não curto esta fruta...)
No way no way (Iiiiiih...)
I think you need a new one (Ah é sabichona, quem então?!)
Hey hey ( Oi?)
You you (Eu, eu?)
I could be your girlfriend (HA HA HA, faz-me rir sua doida...)
Hey hey You you (Tá perdendo a graça já bicho...)
I know that you like me (Ihhh, quem te iludiu?)
No way no way (No way o quê P@#$@?!)
You know it's not a secret (Ah claro...)
Hey hey (Eu vou ignorar isso...)
You you (Double ignorada)
I want to be your girlfriend (Mermão, já disse que NÃO CURTO ESSA FRUTA!)
You're so fine (Óbvio...dã)
I want you mine (Sai pra lá, não me toca!)
You're so delicious (Êêêêita pau, só o tóchico essa menina...)
I think about you all the time (De cheira cola que tu é!)
You're so addictive (Hahaha, em que que tu não se vicia bicho?!)
Don't you know what I can do to make you feel all
right? (Sei, sai daqui e não me toca!)
Don't pretend I think you know I'm damn precious (Orra...)
And how, yeah, (???)
I'm the motherfucking princess (Opa, fale direito comigo!)
I can tell you like me too (É pô...)
And you know (Lalalariilalá)
I'm right (Já terminou de falar com a minha mão?!)
REFRÃO:
She's like so whatever (A minha pseudo-namorada?)
You can do so much better (Eu sei...)
I think we should get together now (HAHAHAHA, vai ver se eu tô ali, vai...)
And that's what everyone's talking about (AÍ é lenda...)
I can see the way I see (Nossa, parabéns!)
The way you look at me (Nananinanão)
And even when you look away (...)
I know you think of me (Seempre, altas idéias de como de tocar pra fora daqui, rala!)
I know you talk about me all the time (Falo beeeem menina, nem te conto!)
Again and again (E de novo?)
So come over here (Don't touch me)
Tell me what I wanna hear (Avril cara de c#$$%!)
That I'll, yeah, make your grilfriend disappear (Va lá, va lá)
I don't wanna hear you say her name ever again (Josefina Chique-Chique)
And again and again and again Cause (J-O-S-E-F-I-N-A)
E foi lá pelos 90
- Olha quem voltou!
A violência virou um fusca sem freio.
Mas olhemos de uma forma diferente, olhemos para as crianças que estão sendo afetadas com toda essa "tsunami" de assaltos e balas perdidas.
Pra isso eu vou ter que começar a falar de um assunto meio nada a ve, mas que já já vai ter sentido.É o seguinte ,quando houve o "bum" tecnológico, muita criança deixou de subir em árvore, fazer amarelinha na rua e brincar de polícia e ladrão. Todas estavam em seus quartinhos, com o ar-condicionado no talo e alucinando no nitendo!
Felizmente, não foram todas, algumas por conta da falta de grana pra comprarem um joguinho eletrônico, outras por não darem a mínima pra essas tranqueiras de última geração. Enfim, uma galera ignorarou essa "fase cool" e se mandou pra rua, ralou o joelho, chorou, passou rifocina, lanchou pãoi com suco de maracujá e e foi dormir suado e melequento.
Hoje, além do fato de cada vez mais as crianças estarem alienando-se com tudo quanto é jogo doido, ainda há a violência! Que mãe vai deixar seu filho(a) passar a tarde brincando de manja-cola pelo bairro, sabendo que a qualquer momento ela(e) pode ser seqüestrada(o), levar um tiro ou simplesmente desaparecer do nada?! Nenhuma, óbvio. E não pensem que isso é coisa de mãe chique, dondoca, esposa de milhonário! Nananinanão! Nas favelas a coisa é ainda pior, porque além de a criança estar exposta a qualquer tipo de crime, ela ainda é, muitas vezes, induzida a fazer parte dele, e todo mundo sabe que é assim que nascem os assaltantes e chefes de tráfico.
Pra vocês terem uma idéia de como muita coisa mudou, sentem ai que eu vou contar uma coisinha:
Quando eu era menor, amava brincar na rua. Era uma burralda no video-game e sempre caguei e andei pros joguinhos elet^ronicos. O engraçado era que eu morava a poucos metros de uma favela e na época era tudo na santa paz, às vezes eu chegava a entrar na favela e sair de lá sem um arranhão. Isso foi lá pelos anos 90...
E hoje!? Volta e meia, quando vou visitar meus antigos vizinhos, observo as crianças... ou melhor, não as observo, porque estão todas dentro de suas casas. Mas tento ter uma noção de como deve ser a infância delas: um mix de playstation com o medo de por o pé pra fora do portão e morrer logo alí, na rua de casa.
Pro governador a solução ainda não aparaceu, já que ele acha que todos estamos em transe e "imaginando" todos esses crimes que acontecem todos os dias. O presidente nem se fala, ou melhor, nem sobre isso ele fala!
E a população? Vai sobrevivendo, se escondendo, e "driblando" a violêcia, pois mais cedo ou mais tarde, sortudos serão aqueles espertos que conseguirão driblar a violência.
E as crianças? Sem infância saudável.
E a década de 90? Foi a última. Acabaram as amarelinhas, barra-bandeira, garrafão...
Bom sábado e boa sorte.
Obs 1: Se tiver um erro de português violento, foi mal, escrevi isso tudo numa pressa do cão.
Obs 2: Acho que voltei a minha vida de pseudo-escritora...
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